Renault Twizy tem potencial para solucionar problema de trânsito
10/10/2018 15:01 em CARROS/MOTOS

O Twizy está na prateleira da Renault há anos.

Mesmo assim, entra governo, sai governo, e ninguém se dispõe a apostar nesse incrível carrinho como uma solução para os problemas de trânsito no Brasil. Por isso, embora não haja nenhuma informação de plano nesse sentido, meu gostaria de sugerir ao próximo presidente do Brasil (Fernando Haddad ou Jair Bolsonaro) que olhe para o Twizy como uma solução incrível para resolver os problemas de trânsito nas grandes cidades.

Os brasileiros estão extremamente estressados, devido à falta de emprego, à falta de segurança, à polarização política e aos problemas de mobilidade urbana. De vez em quando, o preço da gasolina sobe e aumenta a tensão, como vimos recentemente. Pois bem: o Twizy é elétrico e já tira da frente um dos grandes problemas das metrópoles.

O carro é fabricado em Valladolid, Espanha, e vendido na Europa a partir de 6.900 euros. Claro que esse valor, transformado em moeda brasileira, seria muito alto. Por isso, minha proposta é que o novo governo faça uma parceria com a Renault.

Imagine uma fábrica de Twizy no Nordeste brasileiro, uma região carente e que poderia levar empregos de qualidade para o povo. Haddad e Bolsonaro certamente gostariam de proporcionar empregos de qualidade para o povo nordestino.

 

 

Para além disso, as grandes cidades poderiam ser replanejadas para impedir a circulação de caminhões nas suas regiões centrais e oferecer grande incentivo para os donos de Twizy. Por exemplo: os carros seriam livres de IPVA, de rodízio e de outros impostos. E a montadora ficaria livre de todos os impostos, pois estaria dando empregos. Twizy tem o tamanho perfeito

 

Renault Twizy tem apenas 2,32 metros de comprimento por 1,19 m de largura.  E tem cerca de 100 km de autonomia

Renault Twizy tem apenas 2,32 metros de comprimento por 1,19 m de largura. E tem cerca de 100 km de autonomia

 

O Twizy mede apenas 2,32 metros de comprimento e 1,19 metro de largura. Tem o tamanho perfeito para a cidade. Pode parar em qualquer vaga. Ele utiliza um motor elétrico traseiro de 5 hp e sua bateria permite um alcance de 100 km. Sua velocidade máxima é de 45 km/h.

Evidentemente, a proposta seria aberta a todas as marcas que investissem nesse tipo de carro. Afinal, se olharmos nas ruas, quase todos os carros carregam apenas uma pessoa, mas cada um ocupa mais de 4 metros de comprimento e 2 metros de largura. Poluem. Tornaram o trânsito um inferno. Não são nada amigáveis.

 

Haddad já deu mostras, como prefeito de São Paulo, que gosta de soluções inovadoras para a mobilidade urbana. Foi ele quem apostou alto nas ciclovias, na redução da velocidade dos carros e na ampliação dos corredores de ônibus. Bolsonaro, por sua vez, é adepto de soluções que elevem o nome do Brasil, de forma que o país poderia ser um exemplo para o mundo nessa questão importante para as grandes cidades.

 

Porém, tudo isso é sonho meu. Por enquanto, sem o Twizy , o que temos de mais amigável para o trânsito urbano, a preços não exatamente acessíveis para o povão, são os subcompactos da Renault, da Fiat e da Caoa-Chery: o Kwid de 70 cv a partir de R$ 32.490, o Mobi de 75 cv a partir de R$ 31.990 e o mais barato de todos, o QQ de 75 cv, a partir de R$ 27.990. Nem considero o VW Up e o Kia Picanto porque eles são caros. O Caoa QQ e o Fiat Mobi medem 3,56 metros, enquanto o Renault Kwid mede 3,68 metros. Fica a sugestão para o futuro presidente.

 

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Chery QQ é o subcompacto mais em conta à venda no Brasil. Parte de R$ 27.990, valor bem menor do que seria cobrado pelo Twizy no Brasil

 

FONTE: Portal IG CARROS       FOTO: DIVULGAÇÃO

 

 

 

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